Postagens

Mostrando postagens de outubro, 2007

Dia das Crianças

Imagem
Branca de Neve fez uma boquinha enquanto os sete anões jogavam vôley. Chiquinha teve dificuldades com o cabelo, princesa preferiu não se habilitar. Não nos importa se o contexto é religioso ou apenas comercial, como todos os anos, é uma data oportuna para realizarmos qualquer tipo de coisa com algum sentido nostálgico mas que seja, pelo menos, divertido. Não foi difícil saber onde ir ou o que fazer, de um modo ou de outro, estamos ficando craques no assunto.

Falsos Diálogos

Imagem
Cinco mulheres em cena. Cinco mulheres de vidas tão diferentes. Sejam personagens, sejam atrizes. Um processo que cada vez mais transforma as preocupações, insônias, discussões e problemas, em bagunça. Seja no fato de que trinta metros de tecido pesam o suficiente para causar cãimbras, óleo de peroba nunca é um assunto muito interessante, tinta "shyro inu" não é a melhor opção e falta de comunicação é algo bastante grave, confiar no pouco intelecto atístico de alguns pode ser decepcionante ou coisa que o valha... Não importa mais. A convivência tornou-se mais essêncial que o próprio entendimento. Às vezes quando as raias do inaceitável nos rondam, encontramos a tal da segunda bateria e tudo explode em acordes bem bolados em qualquer amplificador emprestado. Sabe como são essas coisas, demoram a surgir, levam tempo a se firmar e quando estréiam se eternizam. Ok, gatinhas, com ou sem o Mágico de Oz, cali a boquí.

Suplícios de Capitu

Imagem
A angústia que me dominava era aterradora, inexplicável. Aquela lembrança me estremecia, causava vertigem. Vertigem essa, que se principiava não no sentimento concreto, mas na acentuação da dúvida. Talvez fosse a vertigem do imaginário do plano. Se assim se passasse, era esperança. Qual a diferença entre esperança e expectativa? Esperança existe ou não existe. Expectativa se cria. Eis tudo. A vertigem era, então, conseqüência da fusão entre ambas, que resultava na angústia. Ironia. Na verdade, lógica. O resultado era um vazio, afinal. As coisas estavam pálidas, opacas, cruéis. O ar estava quente, sufocante, bruto. Tudo em função da lembrança, de imagem, da pessoa. Era como se o mundo girasse, mecânica e ordinariamente de modo que não haveria muito que fazer, senão aceitar. Deslocamento era o que eu sentia e não existiam motivos. Poderia algo tão simples tornar-se tão perturbador? Voltei a dizer: era a dúvida. A vertigem se evidenciava como um som estridente e tribal que aos poucos entr...