O fim, afinal.

O fim é na realidade o começo.
Há quem tenha suas dúvidas, mas, não há muito que fazer.
O fim de um sonho é o começo de uma nova estratégia.
O fim de uma etapa é o começo de uma nova escolha.
O fim do espetáculo é o começo dos aplausos.
Tudo é muito pessoal, mas é bem visível.
E todos foram como bolhas de sabão, sem exceções.
Brilhantes, mas frágeis, foram sendo moldadas com dedicação, criatividade.
Primeiro, mantinham-se presas umas às outras, formando uma unidade.
Aos poucos tomaram forma, desenvolveram-se, ganharam leveza. Cada uma a seu tempo.
Alcançaram novos planos. Flutuaram.
E então, foi como uma grande dança. Tornou-se orgânico, mágico, único, palpável.
Agora, estouram.
Respingam seu talento por todos os lados, para todas as direções, buscando atingir as maiores distâncias, abranger os maiores espaços a fim de encontrar outros ares.
O que eram, não voltarão a ser. Novas fases.
Ficam na memória de alguns, esquecimento de outros. Os que estiveram, viram.
O fim dessa temporada é o começo de novas bolhas.
Meus 10 indiozinhos... Meus versinhos, meus versinhos...
Finco aqui o meu maior agradecimento. Eternizo meu amor.
As luzes acendem, o público sai, a saudade fica.

A vocês.

Comentários

Webmaster disse…
nossa flá, muito mais poético do que o meu simples comentário :0)
vc escreve muito bem, adorei o texto, grande beijo!
Anônimo disse…
Flááá!!!

apesar d vc ñ ter me mandado o endereço do blog... eu vi!!! ta vendo.. não adianta esconder! eu descubro O.o...*ahá, peguei vc!*

mtoooooo lindu poema...

mto msm...

ainda bem q a gn ainda vai c v neah?!


BzOo

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