Aviso prévio

Ontem foi um dia de cão, literalmente.
Tem quem diga que pode ser algum pólo magnético de cargas negativas que estava descontroladamente emitindo sua energia contra todos e assim causando uma série de desventuras em série.
Eu digo que é culpa do verão.
Nada pessoal, simplesmente detesto esse calor que tem feito nos últimos dias. Acredito que isso seja, em grande parte, o que tem contribuído pelo grande aumento de stress e mau-humor no geral.
Comigo, não é só o mau-humor. Sabe a expressão saco-cheio? Bem, imagine-a na prática. É bem assim.
Você pode ser o cara mais legal do mundo, no duro. Interiormente você não está sendo sincero, nunca estamos.
Estamos sempre desfilando por aí usando fantasias e máscaras lindas que tudo o que sabem fazer é denunciar-nos cada vez mais.
Ok, estou sendo vítima do velho clichê de 'quero juntar meia dúzia de coisas e fugir para bem longe!' Ou coisa que o valha. Dane-se.
Aqueles dias do tipo 'não quero, não vou, não gosto, não acho, não penso, não digo, não dá!'. Isso quando conseguimos manter polidamente o nosso péssimo estado de espírito. Quando transborda, é outra coisa.
O grande problema é que sempre estamos transbordando com as pessoas erradas. Pobre delas.
Não costumo ter essa bipolaridade tão aflorada como está acontecendo desde ontem. Como já disse, deve ser o calor.
É que às vezes simplesmente damos conta de que estamos sentindo falta de nós mesmos.
Queremos um dia para ser aquilo que realmente somos e nada mais.
Não estou afim da Flávia do trabalho, da Flávia do teatro, da Flávia da família, da Flávia dos amigos e o caralho a quatro.
Só queria ser a Flávia. Só a Flávia. Pronto. Acabou.
Não que seja difícil, de maneira alguma. É que é, sem dúvidas, mais cômodo engolir alguns sapos aqui e ali para manter a boa convivência.
Afinal, todo mundo tem verdades para falar a torto e a direito. Todo mundo tem verdades para ouvir a torto e a direito.
Nem todo mundo está preparado para lidar com isso.
Tento não sentir pena das pessoas. Acho que sentir pena é algo muito deprimente. Fora de brincadeira.
Daí fica mais fácil achar tudo bacana e drenar a tensão com uma boa piada cretina ou mesmo infame.
Quanta besteira!
O pior de tudo, é que não há um único foco de conflito que pende tudo isso ao mesmo tempo. Antes fosse.
É como se tudo conspirasse ou mesmo respirasse de uma maneira fútil e desagradável.
Há quem me chame arrogante.
Tá, posso ser a maior das arrogantes, mas pelo menos eu sou sincera.
Se há algo incomodando, não acho que seja certo deixar de lado para não perder o bom-humor.
Isso é ser meio hipócrita, eu odeio hipocrisia.
Também detesto lições de moral e os ditosos 'de bem com a vida' que sempre arranjam argumentos manjados para mostrar-lhe o quanto você é ingrato e negligente.
Blah.
Tem quem diga que pode ser algum pólo magnético de cargas negativas que estava descontroladamente emitindo sua energia contra todos e assim causando uma série de desventuras em série.
Eu digo que é culpa do verão.
Nada pessoal, simplesmente detesto esse calor que tem feito nos últimos dias. Acredito que isso seja, em grande parte, o que tem contribuído pelo grande aumento de stress e mau-humor no geral.
Comigo, não é só o mau-humor. Sabe a expressão saco-cheio? Bem, imagine-a na prática. É bem assim.
Você pode ser o cara mais legal do mundo, no duro. Interiormente você não está sendo sincero, nunca estamos.
Estamos sempre desfilando por aí usando fantasias e máscaras lindas que tudo o que sabem fazer é denunciar-nos cada vez mais.
Ok, estou sendo vítima do velho clichê de 'quero juntar meia dúzia de coisas e fugir para bem longe!' Ou coisa que o valha. Dane-se.
Aqueles dias do tipo 'não quero, não vou, não gosto, não acho, não penso, não digo, não dá!'. Isso quando conseguimos manter polidamente o nosso péssimo estado de espírito. Quando transborda, é outra coisa.
O grande problema é que sempre estamos transbordando com as pessoas erradas. Pobre delas.
Não costumo ter essa bipolaridade tão aflorada como está acontecendo desde ontem. Como já disse, deve ser o calor.
É que às vezes simplesmente damos conta de que estamos sentindo falta de nós mesmos.
Queremos um dia para ser aquilo que realmente somos e nada mais.
Não estou afim da Flávia do trabalho, da Flávia do teatro, da Flávia da família, da Flávia dos amigos e o caralho a quatro.
Só queria ser a Flávia. Só a Flávia. Pronto. Acabou.
Não que seja difícil, de maneira alguma. É que é, sem dúvidas, mais cômodo engolir alguns sapos aqui e ali para manter a boa convivência.
Afinal, todo mundo tem verdades para falar a torto e a direito. Todo mundo tem verdades para ouvir a torto e a direito.
Nem todo mundo está preparado para lidar com isso.
Tento não sentir pena das pessoas. Acho que sentir pena é algo muito deprimente. Fora de brincadeira.
Daí fica mais fácil achar tudo bacana e drenar a tensão com uma boa piada cretina ou mesmo infame.
Quanta besteira!
O pior de tudo, é que não há um único foco de conflito que pende tudo isso ao mesmo tempo. Antes fosse.
É como se tudo conspirasse ou mesmo respirasse de uma maneira fútil e desagradável.
Há quem me chame arrogante.
Tá, posso ser a maior das arrogantes, mas pelo menos eu sou sincera.
Se há algo incomodando, não acho que seja certo deixar de lado para não perder o bom-humor.
Isso é ser meio hipócrita, eu odeio hipocrisia.
Também detesto lições de moral e os ditosos 'de bem com a vida' que sempre arranjam argumentos manjados para mostrar-lhe o quanto você é ingrato e negligente.
Blah.
O negócio é sair correndo e estirar no primeiro gramado que encontrar.
Se alguém topar comigo, não fique lá tão abismado de levar um chute ou coisa que o valha.
Por favor, mantenham as crianças choronas em casa e os poodle também. Pelo menos por enquanto.
Obrigada.
Se alguém topar comigo, não fique lá tão abismado de levar um chute ou coisa que o valha.
Por favor, mantenham as crianças choronas em casa e os poodle também. Pelo menos por enquanto.
Obrigada.
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